quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Carta de um Presidente de Câmara ao Pai Natal.

Meu querido Pai Natal, este ano não te vou pedir nada. Estou satisfeito. Tinha um Orçamento para apresentar ao eleitorado do meu concelho muito difícil, as Obras que ando a anunciar há vários anos tiveram que ser de novo adiadas. É difícil explicar isto ao eleitorado, mas este ano a oposição encarregou-se de me ajudar. Explicaram a todos que a culpa do mau Orçamento não era minha, que as Obras que prometi sem ter garantias de financiamento, afinal fiz bem em prometer, que as receitas eram menores e que eu não tive culpa, que se os fundos comunitários não estão a ser devidamente aproveitados, que eu não tenho nada a ver com isso, porque a culpa é toda do Governo. E sabes Pai Natal, o que mais gostei é que além de fazerem tudo para que pensassem que tinham sido eles a fazer o Orçamento, apenas pediram uma Obra, que consideram emblemática, um Canil Municipal. Ora Pai Natal, bastou abrir a rubrica com 1 Euro e, como já ficaram tão contentes, já nem precisamos de fazer o Canil. É que na verdade, com tanta gente a passar fome e a viver sem condições, nem mesmo gostando muito de cães, alguém ia perceber porque se gastava tantos milhares num Canil. Pai Natal, este ano não precisas de te preocupar comigo. Para o ano, voltamos a manter 1 Euro na mesma rubrica e se for preciso reforçamos a verba em 500 % (ou seja 5 Euros) para que tenham mais uma grande vitória. Obrigado Pai Natal.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Jornal da Mealhada.

Enquanto presidente da direcção do Lions Clube de Mealhada não posso deixar de condenar e lamentar de forma veemente a forma como o clube tem sido tratado pelo Jornal da Mealhada.
Não procuro protagonismo próprio, mas também não posso aceitar que uma associação que tem sede no concelho e que tantas actividades tem realizado em prol da comunidade seja “boicotada” pelo Jornal da Mealhada, só porque confundem relações pessoais com profissionais.
Até podia aceitar – se nos fosse dito - que a informação não tinha interesse jornalístico, mas esse é um argumento que cai por terra quando outros jornais – Jornal da Bairrada, Mealhada Moderna, Região Bairradina, As Beiras, Diário de Aveiro e Diário de Coimbra – têm dado uma ampla cobertura às nossas iniciativas. Será que estão todos errados e o JM é que está certo?
Os exemplos são por demais evidentes. A informação sobre um dos projectos mais emblemáticos do Clube – Apadrinhe uma Criança – foi reduzida a duas ou três linhas na agenda (todos os outros jornais deram meia página ou mais à notícia). No caso do convívio entre padrinhos e crianças, no âmbito dessa mesma campanha, a “censura” foi mais longe e decidiram cortar o presidente da direcção da foto… Quando todos os Jornais referidos deram grande destaque ao projecto "Lions lança projecto de recuperação de casa", o JM reduziu a informação a dois parágrafos procurando desvalorizar por completo o projecto. Recentemente, o clube admitiu novos sócios – pessoas de reconhecido prestígio e idoneidade na sociedade – e o que fez o JM? Simplesmente não publicou a notícia uma vez mais (veja-se como a informação foi tratada em todos os outros jornais).
Jornalismo faz-se com ética, isenção e objectividade e não em função das simpatias ou antipatias que os dirigentes dos jornais nutrem pelas pessoas. Em posts anteriores, publiquei os vários trabalhos jornalísticos onde é possível confirmar a que me refiro.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Carta ao Director.

Nuno Canilho no último Mealhada Moderna, ao abrigo do Direito de Resposta, veio desmentir a informação veiculada pela Comissão Política da Mealhada de que integraria o Conselho de Jurisdição Distrital, facto este que veio a confirmar-se no panfleto de campanha de António Topa e posteriormente no dia das eleições. O que não ficou entendível é como uma Comissão Política perante uma recusa tão peremptória se atreveu publicamente comunicar a referida indicação. Neste contexto, lógico seria que o militante/Jornalista Nuno Canilho fosse pedir explicações a quem pelos vistos, abusivamente, indicou o seu nome na Imprensa e não a mim. Convenhamos que não é muito natural alguém recusar um convite e ser na mesma indicado, como também não é natural alguém ver o seu nome na Imprensa e só reagir a um artigo de opinião que se baseia numa informação que acabou por se verificar ser verdadeira, a da indicação, é claro. Facto aqui é que a informação que me tinha sido dada não foi desmentida pela Comissão Política, nem pelo signatário, e que legitimam o meu juízo de valor. Outro assunto que merece a minha atenção, a bem da verdade, é que o militante do PSD, Nuno Canilho, afirmou no seu direito de resposta que: “ …recusei o convite, como aliás tenho feito a todos os convites de natureza político-partidária que me têm sido dirigidos desde Janeiro de 2005”, com esta afirmação, Nuno Canilho falta à verdade, uma vez que em Maio de 2008 aceitou ser mandatário de uma candidatura a Presidente do Partido, e esse é, sem dúvida alguma, um convite político-partidário. Se o militante/jornalista Nuno Canilho deve dar conselhos e pedir explicações a alguém, salvo devido respeito, não deve ser a mim, deve pedir explicações a quem indicou o seu nome, e divulgou na imprensa, essa mesma indicação, quando afinal ela até teria sido objecto de recuso imediata por parte do signatário. E as considerações que fiz vou renová-las, entendo que quem decide ser Jornalista não deve ocupar lugares políticos nem aceitar convites político-partidários a bem da coerência e da isenção, como aliás, o signatário reconhece, afinal.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Eleições Órgãos Distritais. Factos!

É um facto que as eleições estão marcadas desde o dia 27 de Outubro no Povo Livre. É um facto que a Comissão Política tem o dever de informar os militantes dos actos eleitorais. É um facto que não foi afixada a convocatória em lugar visivel, na Sede, conforme os Estatutos obrigam. É um facto que foi enviada uma convocatória aos militantes e que alguns a receberam no próprio dia das eleições e que outros já só a poderão receber depois das eleições. É um facto que a convocatória deve informar os militantes que têm até ao terceiro dia anterior da eleição a possibilidade de apresentar candidaturas. É um facto que ao receber a convocatótia no próprio dia ou depois das eleições que os militantes ficam impedidos de apresentar candidaturas uma vez que o prazo expirou. É um facto que não existe explicação possível para serem enviadas convocatórias tão tarde uma vez que as eleições foram marcadas ainda no mês de Outubro. É um facto que a Comissão Política divulgou que indicou Carvalheira e Nuno Canilho para os Órgãos Distritais mas que só aparece Carvalheira como candidato. É um facto que a Comissão Política ao indicar Nuno Canilho para um lugar em que depois não aparece que só pode ter acontecido uma de duas coisas, ou o nome não foi aceite, seja qual for o motivo ou a Comissão Política cometeu o erro de divulgar publicamente uma informação falsa. Começa a ser recorrente, já na eleição de Passos Coelho a Comissão Política veio anunciar numa semana que o mandatário concelhio era António Miguel e na semana seguinte veio publicamente assumir o erro e dizer que afinal era Carvalheira.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

As escolhas do PSD Mealhada in"Mealhada Moderna".

Quando Cavaco escreveu o artigo da boa e da má moeda (era ainda putativo candidato a Belém) estava, sobretudo, preocupado com o comportamento das pessoas. A lei da moeda explica que a má moeda só expulsa a boa porque as pessoas têm tendência a guardar o que é bom para si - passando aos outros o que é mau. Ora, a lei prova que esse comportamento acaba por ser destrutivo. Cada vez mais, é preciso ter cuidado com as escolhas, está na altura de mobilizar as pessoas para recusar a má moeda. Grande parte dos portugueses habituaram-se a esperar resultados - não a batalhar por eles. É preciso e urgente menos passividade no contacto com a má moeda. Recentemente, a Comissão Política do PSD anunciou as indicações que fez para integrar uma candidatura à Comissão Política Distrital e ao Conselho de Jurisdição Distrital. Sendo, ao que parece, uma Lista única, essas escolhas deveriam assumir ainda maior responsabilidade e por esse motivo deveriam procurar um consenso alargado, ouvindo o máximo de opiniões, porque se trata inclusivamente de uma oportunidade para aproximar e unir o Partido. No entanto, lamento muito, mas sou obrigado a discordar completamente das indicações e da forma como foi conduzido este processo. Quanto à forma, não há adjectivo para criticar tanta inabilidade política. Primeiro tentaram negociar um lugar com o candidato a Presidente da Distrital sem sequer terem a consideração de falar com o elemento que ainda fazia e faz parte desse Órgão e que foi indicado pela concelhia. Neste aspecto estou muito à vontade até porque a pessoa em causa (Carlos Pinheiro) esteve quase sempre (internamente) em campos opostos aos meus, mas não deixo de considerar uma deselegância, uma desconsideração, ainda por cima, sabendo-se agora, que foi uma pessoa assídua ao contrário do actual Presidente da Secção que não apareceu na maioria das reuniões e nem sequer enviou um representante. Sabe-se que foi feita pressão para terem uma Vice-presidência com base na alegada unanimidade que a escolha tinha no seio da concelhia. Afinal, só mais tarde, depois de todo o “negócio” estar feito é que ratificaram o nome proposto, tendo como principal argumento que seria uma escolha do candidato a Presidente - o que nem sequer acredito ser possível - trabalhei o suficiente com Antonio Topa para saber que nunca iria interferir numa decisão interna de uma concelhia. A escolha para a comissão politica distrital recaiu sobre César Carvalheira, ultimo candidato à Câmara Municipal da Mealhada. O militante Cesar Carvalheira para além de ser, juntamente com o actual presidente da Comissão Politica, o grande responsável pela brutal derrota das últimas eleições autárquicas, em que o PSD perdeu pela primeira vez a Junta de Freguesia de Ventosa do Bairro e um Vereador conquistado nas anteriores eleições. Carvalheira pela terceira vez que foi derrotado, pela terceira vez, não assumiu as responsabilidades de ser Vereador. Perder uma eleição faz parte do “jogo” democrático, o que não faz parte é não assumir as responsabilidades. Se um militante não está disponível para ocupar o lugar para o qual foi eleito também não deveria ser indicado para nenhum outro, o que se diz hoje é que não tinha tempo para ser Vereador, mas tem tempo para a Distrital, o que enfraquece sem duvida alguma o PSD/Mealhada. A outra escolha para o Conselho de Jurisdição também não me parece feliz. O militante Nuno Canilho, que depois de se tornar Director de um Jornal, recusou, e muito bem, ter cargos políticos, com esta decisão compromete a sua coerência e isenção, mas também a do Partido.
E para completar o leque de indicações, como responsável pela candidatura de Cavaco Silva, o Presidente da Comissão Politica indica-se a ele próprio, o que também não é bom para o PSD, que tinha aqui uma oportunidade de chamar alguém, de preferência um não militante ou um militante afastado da vida partidária, mas que fosse uma mais valia eleitoral para a candidatura.
O PSD demonstra com estas indicações que está fechado sobre si próprio, que são sempre os mesmos a ocuparem os lugares, que aquilo que criticavam antes é o que fazem hoje a uma escala superior e não conseguem mobilizar, credibilizar e criar raízes de simpatia.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Eleições PSD Mealhada (secretas 2)

Uma vez mais, a Comissão Política do PSD Mealhada acusa falta de transparência. No dia 3 de Dezembro, irão realizar-se eleições para os Órgãos Distritais do PSD. Esta Comissão Política nem sequer foi capaz de avisar os militantes do acto eleitoral. A Distrital publicou uma convocatoria para todo o Distrito no Povo Livre (Órgão oficial do Partido). Mas, como todos sabemos, nem 1% dos militantes têm o hábito de consultar esta publicação, disponivel apenas na Internet. Nem todos são, como é óbvio, obrigados a ter Internet, nem a ler jornais (se é que tiveram o cuidado de mandar publicar a convocatória nos jornais) e mesmo que tenham pago para sair nos jornais, a convocatória sairá no dia anterior às eleições, impedindo assim que eventuais interessados em ser candidatos possam exercer os seus direitos de apresentar uma Lista. É lamentável que nem sequer afixaram a convocatória na sede em local visivel como obrigam os Estatutos. É assim que pretendem perpetuar-se nos lugares, sem dar voz aos militantes para discutirem as opções, sem realizarem Plenários de militantes, fazendo tábua rasa dos Estatutos, dando um péssimo exemplo de conduta democrática. Uma vez mais tudo é feito sem transparência.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

ERC deliberou reconhecer titularidade do direito de resposta.

Excelentíssimo Senhor Director do Jornal da Mealhada,
Na sequência da deliberação da ERC 56/DR-I2010, entidade à qual me vi obrigado a recorrer depois de V. Exa. me ter negado o direito de resposta a um artigo publicado por esse jornal e depois daquela entidade ter reconhecido a titularidade do direito de resposta por mim apresentado, venho entregar pessoalmente texto para ser publicado.
No texto em causa, com o título “A triste Sina da Subida dos Impostos”, assinado por António Miguel Ferreira, são feitas referências à minha pessoa, na qualidade de ex-vereador, ainda que indirectas, mas perceptíveis para qualquer munícipe atento à actividade política local, que considero ofensivas e que atentam contra o meu bom nome e imagem.

1- Em resposta a um artigo de opinião sobre a actividade da Comissão Política e dos Vereadores do PSD, o actual Presidente do PSD limitou-se a tentar denegrir, com uma atitude persecutória, quem, de forma responsável, demonstrou preocupações em relação ao rumo que tem sido seguido pelo PSD Mealhada.
2- Miguel Ferreira, não discordando de nada do que tinha sido dito, procurou apenas desviar as atenções para o número de faltas que teria dado enquanto Vereador, não percebendo sequer que é caricato prestar-se ao papel de andar a contar faltas. Não percebendo sequer que é demagogia refugiar-se nessas faltas quando sabe que se deram a partir do momento em que o PS mudou o dia das reuniões de Câmara para um dia em que me encontrava na Assembleia da República em votações. Porque será que, na altura, condenou a atitude do executivo socialista e, agora, passou por cima desse facto como se não existisse? Não percebe que aquilo que verdadeiramente conta é o contributo que cada um dá para que o seu concelho cresça?
3- O papel de alguém que preside a uma Comissão Política passa por gerar consensos, saber ouvir a crítica e não pode ser obviamente tratar mal e colocar em causa o trabalho de outros injustificadamente. É demagogo exigir que as críticas sejam feitas nos locais próprios quando sabe que os Estatutos estão a ser violados por não serem marcados plenários de militantes.
4- Não será um abuso colocar em causa a prática política de alguém que é a segunda pessoa que mais presenças teve em reuniões de Câmara no PSD, e que maior número de propostas apresentou?
5- O importante é que tenho a consciência tranquila de tudo ter feito, com dedicação, a pensar nas pessoas e no concelho.

Bruno Coimbra foi eleito no passado fim-de-semana Secretário Geral da JSD. Um lugar exigente e de grande responsabilidade. Faço votos de um bom trabalho. Desempenhei funções como Vogal e Vice-Presidente da Comissão Política Nacional liderada por Pedro Duarte. Tenho as melhores recordações. Foi fantástico. Espero que o meu amigo Bruno venha a sentir o mesmo. Só custa mesmo é pensar que entretanto já passaram 15 anos...

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Artigo de Opinião in "Mealhada Moderna"

Cartão Sénior Municipal
Em 23 de Novembro de 2006 tive oportunidade, em nome dos Vereadores do PSD, de apresentar uma proposta que se destinava a apoiar pessoas a partir dos 65 anos, residentes no Concelho da Mealhada, economicamente mais carenciados que, por falta de meios, estivessem impossibilitados de terem acesso a uma situação social mais digna. Por perceber que uma parte muito significativa da população é constituída por pessoas idosas e que os idosos são uma das camadas populacionais mais desprotegidas socialmente, sempre entendi ser um dever das Câmaras Municipais promover a dignificação e melhoria das suas condições de vida. Esta iniciativa tinha como objectivo contribuir para a melhoria da qualidade de vida e bem-estar daqueles que após uma grande parte da sua vida a trabalhar usufruem de baixas reformas. Propunha ao mesmo tempo que empresas e comerciantes fossem convidados a estabelecer parcerias no sentido de concederem descontos aos detentores do Cartão Municipal Sénior. Para elaborar este Regulamento consultei imensos Regulamentos de outros concelhos e procurei fazer um que se adaptasse às nossas características. Os benefícios passavam por incluir reduções no pagamento de consumo de água para fins domésticos; reduções no pagamento de tarifas de lixo e saneamento; descontos nas taxas municipais, por terem acesso gratuito às Piscinas Municipais e espectáculos promovidos pela Câmara Municipal da Mealhada; descontos sobre o preço de venda ao público das edições da/ou apoiadas pela Câmara Municipal; uma comparticipação de 50% na parte que cabe ao utente na aquisição, mediante receita médica, de medicamentos comparticipados pelo Serviço Nacional de Saúde; assistir ao cinema no Cine Teatro Messias por 50% do preço do bilhete e descontos nas empresas do concelho que aderissem a este projecto. Resolvi lembrar hoje esta proposta porque acredito que seja possível ao executivo Municipal reponderar a criação deste Cartão Sénior que poderá obviamente incluir um Cartão Júnior que beneficie jovens do nosso concelho. Num momento de grave crise e em que são cada vez mais conhecidos casos de manifesta dificuldade e numa fase em que o investimento importante já não é apenas o de “betão” parece-me oportuno.
Extensão de Saúde de Barcouço
O Presidente da Junta de Freguesia de Barcouço, o meu caro amigo Delfim Martins, abordou a questão da Extensão de Saúde de Barcouço agora em construção, no último Mealhada Moderna. A este respeito quero mostrar total satisfação pelo facto de finalmente esta Extensão estar em construção. Motivou da minha parte, enquanto Deputado à Assembleia da República, várias reuniões na Sub-Região de Saúde do Centro, várias reuniões com dois Secretários de estado da Saúde, Requerimentos ao Governo e visitas ao local. Todas estas diligências tiveram sempre um objectivo, sensibilizar quem decidia para construir esta Extensão pelo facto de não ser compreensível, nos dias de hoje, estivesse a funcionar precariamente num primeiro andar. Quero também dizer que todas as iniciativas que tive a este respeito não retiram o mérito da Junta de Freguesia e da Assembleia de Freguesia nem do papel da Câmara em todo este processo.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Projecto do Lions na imprensa

O Lions Clube de Mealhada divulgou, esta semana, o seu novo projecto de reconstrução de uma habitação de uma família do município da Mealhada. Como se pode constatar, o projecto mereceu grande destaque nos órgãos de comunicação social, inclusive naqueles que não estão sediados na Mealhada, à excepção do Jornal da Mealhada. Estranho, uma vez mais, que os critérios que o JM segue se baseiam em critérios jornalísticos diferentes de todos os outros que divulgaram a notícia, quando está em causa um projecto de uma Associação do concelho da Mealhada, um projecto para o concelho da Mealhada e se destina a apoiar uma família do concelho da Mealhada. Será que são todos os outros jornais que estão errados? A boa divulgação deste projecto pode contribuir significativamente para o seu sucesso.





terça-feira, 12 de outubro de 2010

Recusa de Direito de Resposta pelo Jornal da Mealhada, obriga-me a apresentar uma queixa à ERC.

Excelentíssimo Senhor Director do Jornal da Mealhada
Ao abrigo da Lei de Imprensa e do direito de resposta, vem o signatário solicitar à V. Excelência que mande publicar o seguinte texto, com o mesmo destaque que o anterior, publicado na página 4, do Jornal da Mealhada nº 809, do dia 29 de Setembro de 2010.
No texto em causa, com o título “A triste Sina da Subida dos Impostos”, assinado por António Miguel Ferreira, são feitas referências à minha pessoa, na qualidade de ex-vereador, ainda que indirectas, mas perceptíveis para qualquer munícipe atento à actividade política local, que considero ofensivas e que atentam contra o meu bom nome e imagem.

1- Não é possível levar a sério considerações de alguém que defende que a política deve ser feita com elevação, mas que no mesmo momento em que utiliza este “cliché” consegue demonstrar e fazer precisamente o contrário. Senão vejamos: o actual Presidente da Comissão Política do PSD, em reacção a um artigo de opinião redigido por mim, noutro jornal local, decide, em vez de rebater a opinião que manifestei sobre a actividade política da Comissão Política e dos Vereadores do PSD, procurar denegrir, com uma atitude persecutória, quem, de forma responsável e dando a cara, demonstrou preocupações em relação ao rumo que tem sido seguido pelo PSD Mealhada.
2- Segundo António Miguel Ferreira, parece que quem falta a reuniões de Câmara não tem legitimidade para falar e quem o Presidente de Câmara criticar também perde esse direito. Em primeiro lugar, António Miguel Ferreira (autor da reacção) não percebe que fica mal e é caricato prestar-se ao papel de andar a contar as faltas de um ex-vereador? Será que não percebe que é demagogia refugiar-se nessas faltas quando sabe perfeitamente que a maioria se deu a partir do momento em que o PS mudou as reuniões de Câmara, sabendo que na altura assumia funções de Deputado na Assembleia da República e que à quinta-feira era dia de votações? Não pode condenar, na altura, a atitude do executivo socialista e, agora, sabe-se lá porquê, passar por cima desse facto como se não existisse, apenas porque passou a ter novas motivações... Será que não percebe que aquilo que verdadeiramente conta é o contributo que cada um dá para que o seu concelho cresça? Será que não contou o número de presenças porque lhe daria muito mais trabalho? Será que não percebe que muito mais importante que marcar presença são as propostas que se apresentam? Será que não percebe que no mandato em que foi vereador (em substituição) não apresentou uma única proposta e que, segundo as actas, não falou uma única vez? Será esse o exemplo de bom autarca? Entrar mudo e sair calado? Em segundo lugar, será que não percebe que são as suas próprias palavras que o condenam? Ainda na semana passada, o Presidente da Câmara lhe disse que tinha atitudes hipócritas… Pelas próprias razões que apresentou deveria ser candidato? Será que então tem legitimidade para ser vereador?
3- O papel de alguém que preside a uma Comissão Política passa por gerar consensos, procurar unir, saber ouvir a critica e não pode ser obviamente tratar mal e colocar em causa tanto trabalho injustificadamente. E também é demagogo exigir que as criticas sejam feitas nos locais próprios quando, desde a eleição, há praticamente seis meses, não foi marcado qualquer plenário, contrariando inclusivamente os Estatutos.
4- Colocar em causa a prática política de alguém que, em trinta anos, é a segunda pessoa que mais presenças teve em reuniões de Câmara no PSD, estando na oposição, e que maior número de propostas apresentou, não será um pouco demais? Será certamente mais fácil seguir o seu próprio exemplo, de quem durante todo o tempo em que substituiu alguém não disse absolutamente nada e nem uma proposta apresentou.
5- Tenho a consciência tranquila de tudo ter feito, com dedicação, a pensar nas pessoas e no concelho, com todas as dificuldades que foram propositadamente criadas na tentativa de evitar que esse trabalho fosse feito, não foi fácil, mas sabe bem passar por pessoas na rua e sentir que reconhecem esse esforço. Ser Presidente de uma Comissão Política exige muito mais, exige responsabilidade e seriedade.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Mealhada Moderna

O Jornal Mealhada Moderna lançou recentemente um desafio às estruturas jovens partidárias do concelho: Dar oportunidade aos jovens políticos de demonstrar os seus pontos de vista sobre assuntos relacionados com o concelho. Saúdo esta iniciativa do Mealhada Moderna e será certamente interessante conhecer opinões políticas na perspectiva de jovens. Observei, no entanto, que a Juventude Socialista não se predispôs a escrever nem sequer indicar alguém que o fizesse. Uma atitude francamente errada, não me parece que seja assim que poderão cumprir com um dos seus objectivos, o de fazer com que mais jovens se interessem por política.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Associação do Carnaval da Bairrada

A Associação do Carnaval da Bairrada (ACB) depois de, no ano passado, cancelar uma Feira de Automóveis Usados em que chegaram a assegurar o apoio da Câmara sem sequer esse assunto ter sido apresentado e muito menos discutido ao executivo Municipal, resolveram agora cancelar o Festival de Samba. Sinceramente não me parece que seja este o caminho certo para o bem da Associação e do Carnaval.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

quinta-feira, 15 de julho de 2010

O caso da "renda"..

Arminda Martins, Vereadora eleita pelo PS, segundo o Mealhada Moderna, terá denunciado, na ultima reunião de Câmara, que há funcionários nas escolas do concelho “a fazer renda” nas horas de expediente, classificando a situação como “vergonhosa”.
“É uma vergonha o que se passa nas escolas do concelho”, disse a vereadora, sem particularizar a situação, afirmando ter visto aquela prática “em pleno horário de trabalho”, para concluir que “somos todos nós que pagamos os salários àquelas senhoras e isso revolta.
Cara Vereadora, na minha opinião, mais do que algum caso que tenha que ser corrigido, o que pode revoltar e indignar são as suas afirmações, uma vez que generalizar, colocando as Escolas e as funcionárias todas sob suspeita sem possível defesa é muito grave. Deveria saber que quem leva o seu trabalho a sério poderá sentir-se ofendido pelas palavras que proferiu com tanta ligeireza.

sábado, 26 de junho de 2010

JSD Mealhada

José António Pires é o novo Presidente da JSD/Mealhada. Ao novo Presidente e a todos o que o acompanham desejo um mandato com muito sucesso, muitas e boas iniciativas, que saibam defender e representar as preocupações dos jovens do concelho da Mealhada e sobretudo que o façam com gosto, amizade e satisfação.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Viveiros Florestais. Gosto!


“Além de promover a Arte no Parque da Cidade, o monumento, tem capacidade para centralizar as sinergias singulares”, afirmou Filomena Pinheiro. Sinergias singulares???

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Carnaval Mealhada

Depois de, Fernando Saldanha, ter anunciado que não se recandidataria à Presidência da Direcção do Carnaval da Mealhada, alegando que:"não tenho muita aceitação familiar e até a nível profissional" in JM, terá decidido, perante uma Assembleia com (segundo dizem) quase dez sócios e depois de imeeeeeeeeeeeeeensos apelos, "sacrificar-se" novamente.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Lions "Eu sou Vigilante da Floresta".

2000 crianças desfilaram no Sábado pelas ruas da Mealhada, no âmbito da festa de encerramento da campanha do Lions "Eu sou Vigilante da Floresta". Foi fantástico!!! Colaboração estreita entre Lions, Bombeiros Voluntários Mealhada e Pampilhosa, Escuteiros, Câmara Municipal, Fundação Mata Nacional do Bussaco, EPVL, Agrupamentos de Escolas, CADES, Professores de música das AEC, GNR, empresas patrocinadoras. Parabéns!!

domingo, 23 de maio de 2010

Quo Vadis Fundação Mata do Bussaco?

A Fundação Mata do Bussaco comemorou agora um ano. Sabe-se que as transferências de verbas do Ministério da Agricultura para a Fundação não foram feitas colocando em risco o funcionamento da nova entidade gestora daquele património. Caso a Secretaria de Estado das Florestas não assuma as suas responsabilidades financeiras pode, a Fundação da Mata do Bussaco, muito rapidamente, sofrer uma asfixia dos próprios serviços. Carlos Cabral (Presidente da Câmara Municipal da Mealhada) aproveitou (bem) o momento do aniversário da Fundação para denunciar esta grave situação. Gostaria que tivesse sido o PSD o primeiro a tomar esta iniciativa, no entanto, ainda está a tempo de exigir a este Governo que assuma as suas responsabilidades, sob pena de, toda a estratégia para o Bussaco falhar novamente. A Comissão Política do PSD/Mealhada deveria sugerir ao Grupo de Deputados eleitos pelo PSD do Distrito de Aveiro que dirigissem um requerimento ao Governo a pedir explicações e prazos para resolver a situação.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Conta-Corrente

Reconheço que é muito mais dificil encontrar temas para discussão quando as questões políticas deixam de ser assunto... Quando as iniciativas partidárias deixam de existir.... Quando tudo parece conformado com o que se passa à nossa volta...

quinta-feira, 6 de maio de 2010

terça-feira, 4 de maio de 2010

quinta-feira, 29 de abril de 2010

A "oportuna" entrevista...

Jornal da Mealhada entrevista Carvalheira. "Há um número considerável de pessoas, algumas delas com responsabilidades públicas que têm, com a Câmara, uma relação de dependência que não se compreende num país democrático. Se analisarmos, por exemplo, a lista de membros da comissão de honra do PS nas últimas eleições vemos que houve a preocupação de algumas pessoas mostrarem ao PS que estavam com o PS. Falo de empresários, falo de algumas pessoas até militantes do PSD que declararam apoio para melhor garantir o futuro, por interesses meramente pessoais ou económicos. Mas falo também de outras pessoas. Diga-me, acha que faz algum sentido que directores de escolas públicas e de agrupamentos de escolas integrem a comissão de honra de uma candidatura autárquica? Eu acho que não. Mas isso já não é importante e também não foi por isso que perdemos as eleições". Carvalheira dixit.
Se alguém sabe de alguma incorrecção, corrupção ou favor, não seria mais sério e sensato, em vez de levantar "poeira" sem concretizar nada, dizer quem são as pessoas, que interesses concretos têm e como garantem o futuro?? Esta estratégia já falhou e os eleitores deram uma resposta muito evidente nas últimas eleições. Será que o PSD quer continuar neste caminho de auto destruição continua???

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Do Baú da minha Avó Alice.


Arcebispo Bispo de Coimbra benze a Fonte de São João - Luso em 1955

Do Baú da minha Avó Alice.


Inauguração da Rede Elécrtica na Freguesia de Barcouço em 1955