quinta-feira, 14 de junho de 2007

Esta senhora diz que...



... está a ser perseguida por ser mulher.


Bom, o dr. Charrua ainda não se lembrou de usar o mesmo "argumento" - mas ao contrário.

17 comentários:

Anónimo disse...

Com estes exemplos este Governo vai longe.

Anónimo disse...

Uma lástima de entrevista.
Devia ir presa juntamente com quem a nomeia.

Anónimo disse...

Quem não vê caras não vê corações mas a desta senhora não a ajuda nada...

Anónimo disse...

E o Bufo que ouviu e lhe foi contar?
Que boy tão triste.
Parece os bufitos que existem pela Mealhada sempre a denunciar os colegas ao Presidente.
Só têm sorte porque ele consente, se fosse outro não admitia queixinhas.

Anónimo disse...

Fernando Charrua diz ter provas de "graçolas" da DREN sobre licenciatura de José Sócrates

O professor suspenso pela Direcção Regional de Educação do Norte (DREN), Fernando Charrua, por alegadamente ter gracejado da licenciatura do primeiro-ministro, afirmou hoje ter provas de que a directora regional também brincou com o diploma de José Sócrates.



Numa nota enviada à Lusa, Fernando Charrua especifica que a directora regional de Educação do Norte, Margarida Moreira, proferiu "várias graçolas dirigidas ao primeiro-ministro e ao seu diploma" num jantar realizado a 27 de Abril na Escola EB 2/3 do Cerco do Porto.

"No decurso deste jantar, entre várias graçolas dirigidas ao primeiro-ministro e ao seu diploma, Margarida Moreira proferiu mais ou menos o seguinte: "Estão a brincar com o nosso primeiro-ministro, mas agora com o (programa) Novas Oportunidades ele resolve o assunto, pois fica logo certificado!", refere Fernando Charrua, citando o que se terá passado no referido jantar.

Para o docente, "esta história não teria importância" se não fosse o caso de ele ter sido punido pela directora regional "com suspensão preventiva, processo disciplinar, participação ao Ministério Público e fim da requisição na DREN por ter proferido uma graçola sobre a licenciatura do primeiro-ministro e a forma com foi obtida".

Fernando Charrua frisou ainda que o seu comentário "foi feito em privado, dentro de quatro paredes de um gabinete, a um amigo de longos anos e à hora do almoço".

"Bem diferente é o caso da directora regional que, em público, gracejou acerca do mesmo assunto", salientou, acrescentando que Margarida Moreira "se encontrava0 no jantar como directora regional de Educação do Norte, ou seja, representando a ministra da Educação e o Governo de Portugal".

Segundo Charrua, os comentários da directora regional terão sido ouvidos, entre outros, pela presidente do Conselho Executivo da Escola EB 2/3 do Cerco do Porto, Maria José Tavares, e pelo vereador da Educação da Câmara do Porto, Vladimiro Feliz, mas também por alunos, pais e professores que participaram no jantar de homenagem ao Grupo de Ginástica Acrobática.

"Se dúvidas ainda houver, possuo provas quanto a datas, testemunhas e quanto ao que ali foi proferido", frisou.

O caso que está na origem desta polémica ocorreu em finais de Abril e culminou com a instauração de um inquérito e a suspensão preventiva de Fernando Charrua, ex-deputado do PSD e funcionário da Direcção Regional de Educação do Norte há cerca de duas décadas.

A DREN considerou que Fernando Charrua proferiu um "insulto ao primeiro-ministro" dentro das instalações daquele organismo, mas nunca esclareceu qual o teor desse alegado insulto, enquanto o docente apenas admitiu ter feito "um comentário jocoso a um colega, dentro de um gabinete".

O docente reagiu à suspensão preventiva imposta pela direcção regional e interpôs uma providência cautelar, tendo o Ministério da Educação decidido, ainda antes da decisão judicial, terminar a requisição de Fernando Charrua na DREN, onde trabalhava na área dos recursos humanos.

Desta forma, o professor de inglês regressou à Escola Secundária Carolina Michaelis, no Porto, onde exercia a actividade docente antes de ser requisitado pela DREN, encontrando-se actualmente colocado em funções na biblioteca daquele estabelecimento de ensino.

A 08 de Maio, na sequência da reorganização da DREN, um despacho assinado pela ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, e pelo primeiro-ministro, José Sócrates, reconduziu a directora regional de Educação do Norte.

Anónimo disse...

Com sorte o Cabral ainda a vai buscar para substituir a Floribela.
São parecidas mas esta tem mais charme...

Anónimo disse...

Se a Floribela Pinheiro sair da Câmara agarra-se a onde?
Antes da Câmara estava a dar aulas com uma grande cunha no feudo socialista que é a Escola Profissional e agora?
Mais vale ficar na Câmara para não aumentar a taxa de desemprego.

Anónimo disse...

Não é bonito chamar-lhe feia, mas é feio chamar-lhe bonita.

Anónimo disse...

Ser MULHER não é o mesmo que ser MELHOR.

Anónimo disse...

Se bem me lebro, quando o alvo era a Manuela Ferreira Leite já não havia qualquer problema em usar os mesmos insultos machistas.

É a vida!

Anónimo disse...

Se o Charrua fosse mulher, ninguém tinha ligado ao que disse

Anónimo disse...

Afinal, quanto pesa a senhora ?

Anónimo disse...

Esta mulher não foi ou é a actual namorada de Sócrates ?
A sua cara não me é estranha de todo...

Anónimo disse...

Tenham mas é juízo.
Deixem em paz as Charruas e as outras anormalidades extra concelho.
Dediquem-se a identificar e a tentar dar soluções para os problemas do nosso concelho da Mealhada.

Anónimo disse...

Realmente é muito melhor passar o tempo a falar do mentecapto lá de cima e a ouvir as suas baboseiras.
Sempre que a conversa não te cheira procuras desviar as atenções.
Vai procurar os computadores e deixa o pessoal em paz.

Anónimo disse...

Obviamente que se tivesse sido informada que o 25 de Abril aconteceu há 33 anos, isto não teria acontecido.
Logo, a culpa é dos Srs que não a informaram que a censura e perseguição, já não é socialmente aceite.

Anónimo disse...

«A directora Regional de Educação do Norte, Margarida Moreira, escolheu para instrutor do processo disciplinar a Fernando Charrua, um jurista que, profissionalmente, está numa situação de dependência relativamente à Direcção-Geral.
Paulo Pereira foi autorizado pelo anterior director regional a trabalhar em Bragança onde está radicado. Organicamente, o lugar de jurista da DREN não existe naquela cidade, pelo que pode, a qualquer momento, regressar ao Porto, se Margarida Moreira assim o entender.
Segundo o Expresso apurou, os restantes juristas da DREN iriam pedir escusa do processo, invocando relações de amizade com o arguido. Podendo recorrer à Inspecção-Geral de Educação, Margarida Moreira não o fez e nomeou Paulo Pereira (Expresso, 16.6.2007: 22)».