quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

BCP uma Assembleia de resultados anunciados.

A lista vencedora teve 283 votos que representam 97,76%. A lista de Miguel Cadilhe obteve 560 votos que só representam 2,14%.
Para quem esteve na Alfândega do Porto alguns factos ficaram excessivamente claros:
Existiu uma divisão evidente entre os pequenos accionistas e os que detêm a maioria do capital do banco;
Miguel Cadilhe deu a cara, enfrentou os seus opositores sabendo que ia perder por muitos, denunciou a anexação e desafiou o conluio - teve momentos de quase-apoteose que lhe garantiriam a vitória se a regra fosse 'um homem um voto' e se a lista do Governo não tivesse cozinhado tudo muito bem;

Desenganem-se aqueles que julgarem que Miguel Cadilhe sofreu uma derrota - bastava ver a reacção efusiva dos seus apoiantes no final para se perceber que, nas suas palavras, "há derrotas que são vitórias".

8 comentários:

Anónimo disse...

A derrota de Cadilhe foi estrondosa, mas o seu comportamento foi o de um político que sai derrotado mas tenta dar a volta por cima querendo fazer passar a ideia de que saíu vencedor para minimizar a sua derrota.
O resultado desta assembeia de acionistas era o esperado.
Tentou-se politizar a candidatura de Santos Ferreira, um competente gestor com provas dadas pelas empresas por onde passou.
Disse-se muitos disparates, alguns deles intencionais, tentando fazer uma colagem dele ao partido do governo. É de conhecimento público que Santos Fereira já foi deputado e identifica-se com o PS. Será que é menos competente por isso?
Lançou-se a cadidatura de Miguel Cadilhe para aí sim se politizar a eleição. Não foi Miguel Cadilhe ministro num Governo do PSD? Não é Cadilhe uma pessoa que gravita na área deste partido? Não está em causa a sua competência. Agora quererem tentar conotar SF com o governo, parece-me que isto não passa de intriga desonesta. Basta ver a área política com que se identificam os acionistas do BCP. Não é o BCP um banco privado? Não tem sido omnipresente a presença no BCP de homens com ligação à Opus Dei?.

Anónimo disse...

BES, BPI, Sonae, etc, etc, etc,...

Onde é que os pequenos accionistas decidem alguma coisa?...

Anónimo disse...

Um homem um voto.
A terra a quem a trabalha.
Trabalho igual, salário igual.

Onde é que já ouvi isto?...

Anónimo disse...

E daí?
O que é que isto tem a ver com a Mealhada?
Ou já estás a preparar mais altos voos?

Anónimo disse...

E daí?
O que é que isto tem a ver com a Mealhada?
Ou já estás a preparar mais altos voos?

Anónimo disse...

Um homem um voto era excelente, e de preferência por braço no ar.

Anónimo disse...

Em Portugal, o poder de compra caiu de tal modo que até a classe média está a sentir na pele essa queda.

No seu estilo inconfundível, o Bloco de Esquerda atacou o Governo com o seguinte argumento:

- Temos a situação tão degradada com os valores éticos, sociais e morais a ser postos quotidianamente em causa por este Governo, que até universitárias estão a começar a prostituir-se.

A resposta de Sócrates não se fez esperar:

- Em primeiro lugar, este Governo não recebe lições de ética, nem quaisquer outras, de ninguém; em segundo lugar e como é apanágio de V. Ex.ª que já nos habituou à distorção sistemática da realidade, o que acontece é exactamente o oposto: a situação é tão boa que até as prostitutas já são universitárias.

Lucius Licinius Lucullus disse...

LOL